O carcereiro e o encarcerado

O carcereiro e o encarcerado

Na vida nos apresentamos ao outro da forma como queremos que ele nos perceba. Se tivermos interesse em conquistá-lo, nos apresentamos gentis, honestos, etc. Caso contrário, somos grosseiros ou indiferentes.

E é assim que vivemos: conquistando ou rejeitando segundo NOSSOS interesses. E o outro faz exatamente o mesmo! Isso não é uma coisa ruim. É só a realidade. Nós nos apresentamos como queremos que o outro nos veja.

Por motivos diversos, a “apresentação” do outro pode ser tão do nosso agrado que nos deixamos aprisionar. Abandonamos a NOSSA identidade e passamos a REPRESENTAR  o papel que o outro nos dá, REPETINDO UM MODELO que já vivenciamos.

Nesse momento tornamo-nos encarcerados do desejo do outro. Abrimos mão dos nossos desejos e passamos a viver como o outro nos permite. Encarcerados, sem desejos, mas “com casa, comida e roupa lavada”.

Isso também dá prazer ao carcereiro, pois ele tem o encarcerado a sua disposição, como e quando quiser. Isso o faz se sentir superior.

Mas essa situação cansa porque na prática, carcereiro e encarcerado estão ambos, cumprindo pena, habitando o mesmo presídio. Ter sempre o outro a disposição, torna a relação monótona; a casa pode ficar feia; a comida não ser farta ou não ter sabor e a roupa, não estar sendo bem lavada.

Ai você começa a sonhar que no presídio do lado a vida é melhor. Talvez até seja porque lá, carcereiro e encarcerado reinventaram a vida. Deram um tempo na rotina e “descobriram que fulano já pode se cuidar e vazar”; “que nada me impede de sair daqui e ir prá ali?”; “que aquele sapo já foi um príncipe”.

Mas é preciso descobrir O QUE te incomoda; reconhecer o QUANTO você incomoda; perceber que passamos a vida desempenhando papéis e que REPETIMOS MODELOS.

Responda essas questões e você irá constatar que tua prisão não é tão ruim como parece e que ir para a prisão do lado pode ser uma furada.

Reinvente-se.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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