Para que fazer Análise?

Para que fazer Análise?

As histórias, os comportamentos e as reações se repetem, do tipo, já vi esse filme,

Prometemos que nunca mais tal fato irá se repetir, juramos a nós mesmos que “agora acabou”, e no dia seguinte tudo recomeça… Por que agimos de forma contrária ao que sabemos ser o melhor para nós?

A resposta de Freud é porque o homem não é o senhor das suas próprias razões. Sem que percebamos, nossas atitudes são originadas no inconsciente, que podemos definir como sendo um cofre onde estão guardadas as nossas emoções e experiências e são essas sensações que comandam sutilmente, mas com mão de ferro, a nossa vida.

Não percebemos, mas agimos e reagimos guiados por motivação não aparente. Isso explica o “dedo podre”, a “antipatia gratuita”, “o azar” e coisas do gênero.

Na terapia Psicanalítica se busca a ORIGEM do comportamento inadequado, aquilo que gravado no inconsciente, está provocando o conflito no SUJEITO.

“Inadequado” é um conceito muito subjetivo, pois o que é inadequado para um é maravilhoso para outro. Tem que ser inadequado para o sujeito e não para o outro.

ORIGEM e não a causa! No alcoolismo a “causa” é o excesso de álcool, a ORIGEM é o que fez o sujeito passar a usar o álcool como forma de se livrar do desprazer.

O objeto da análise é o SUJEITO. Um gay que é feliz não precisa de análise pela sua opção sexual, mas se sua mãe não aceita isso, ela é o SUJEITO.

Temos então que a Análise busca a ORIGEM do que é INADEQUADO para aquele SUJEITO e não para os que o cercam!

Além das motivações originadas pelo inconsciente, sofremos com as imposições das leis da sociedade: mulher tem que casar e ter filhos; …haja o que houver, temos que amar a nossa mãe; …quem não ostenta bens, não é bem-sucedido e, portanto, não é feliz.

Há casos e situações em que as sensações gravadas no inconsciente são maximizadas pelas imposições da sociedade e aí a coisa piora. Um exemplo forte são as “perdas”. A maior das perdas acontece na morte, mas também são sentidas no término das relações e no emprego, por exemplo.

A “perda” mais sofrida é aquela que não é genuinamente nossa, mas que nos é imposta pela sociedade: Por que tenho que casar? De saber dirigir? De ser médico? De ter filhos?

Quando dizem que temos que ter um emprego estável, estão preocupados com o nosso futuro financeiro ou em nos fazer consumidores em potencial?

No estágio atual da Humanidade é quase impossível viver fora da sociedade, mas por que temos o que aceitar as imposições do OUTRO? O comportamento é inadequado para mim ou para o outro? Para que me submeto as imposições do outro?

Descubra as ORIGENS e decida você mesmo se quer mudar e o que quer mudar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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