Por que ele fez isso ?

Por que ele fez isso ?

Ao longo da vida nos fazemos algumas perguntas que retratam a nossa condição humana. Uma delas é “Por que ele fez isso?”, que ocorre quando não entendemos o comportamento do OUTRO.

As nossas atitudes e comportamentos e as de quem nos cerca e principalmente, a quem amamos é muitas vezes incompreensível.

Várias são as fontes do comportamento humano. Alguns têm como causa processos físico-biológicos, como sede, fome e sexo. O nosso corpo físico atinge um estágio em que clama por ter satisfeitas tais necessidades, que se tornam imperiosas.

Outros comportamentos tem como fonte o ambiente externo, o meio social em que vivemos. Os incentivos e as críticas dos que nos cercam, moldam a nossa vida, como a criança que passou a infância sendo chamada de burra, que terá dificuldades na aprendizagem, ou aquela que foi amada, respeitada, satisfeita nas suas necessidades básicas, que será conhecida como uma excelente pessoa.

Mas a vida não é uma equação matemática em que 2+2=4. Pode ser 2 e 2 que uns entendem como 4 e outros como 22.

Você pode ter excelentes pais, mas um deles pode carregar consigo um trauma nunca revelado que por vezes o faz ter comportamentos inexplicáveis, incompreensíveis.

Nesses, o comportamento tem como ORIGEM algo que nem eles sabem explicar, mas como somos treinados para dar explicações, damos à ORIGEM desses comportamentos/SINTOMAS, nomes que todos conhecem, como angústia, ansiedade, depressão, síndrome, etc.

Todos entendem e se solidarizam quando se declara a fome, mas é difícil a compreensão quando se afirma não amar a mãe. Um determinado comportamento pode ter como causa uma necessidade física, uma disfunção genética, um acontecimento social, mas há alguns comportamentos que não tem nenhuma dessas causas, mas uma ORIGEM psíquica, algo que marcou e foi registrado no inconsciente como uma energia, que no passar da vida se transforma num SINTOMA. É aquela dor inexplicável, aquelas atitudes destruidoras, aquele afastamento incompreensível, que nenhum exame clínico vai desvendar, que drogas até arrefecem, mas não curam.

Resta conhecer a ORIGEM desse comportamento, desvelar essa energia e libertá-la.

Quando nos permitimos isso, fica a sensação de perda de tempo: “Caracas, porque carreguei isso tanto tempo?”.

Quando percebemos no OUTRO, passamos a entendê-lo e conseguimos conviver.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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