Por que tenho isso, Doutor?

Por que tenho isso, Doutor?

A cultura ocidental exige, sempre, uma explicação racional para todas as coisas e fatos. Nesta forma de viver, se alguém relata determinado sintoma, serão feitos exames físicos com objetivo de provar a existência de uma causa que possa estar provocando aquele sintoma.

Isto também acontece, ainda que os sintomas sejam psíquicos, porque esta é a nossa cultura e isto acalma as nossas inquietações. Quando temos uma resposta, por pior que ela seja, passamos a acreditar que temos um caminho a seguir.

“As dores continuam insuportáveis, mas agora sei que são provocadas por aquela doença e então tenho que…”. “Ter uma resposta” faz toda a diferença.

A “resposta” é como um mapa: dali em diante sei como, quando e o que fazer. Mas tal resposta é como um carimbo, que uma vez utilizado, pode ser difícil de apagar ou substituir. E quanto mais substituído mais “borrada” fica a existência.

Além disso, as vezes a febre (sintoma) é tratada, mas o espinho (a causa) permanece no pé.

Na Psicanálise a coisa ocorre de forma diferente. As queixas (febre) são recebidas como sintomas, que devem ser tratados, mas além da causa (o espinho), o que se busca “é por que mantenho o espinho no pé”, isto é a “origem do sintoma”.

Na análise psicanalítica não se busca “entender” o sintoma ou a causa. Queremos “conhecer a origem” do sintoma porque assim podemos decidir o que fazer.

A experiência clínica psicanalítica é rica em exemplos, desde Freud. Muitos dos “sintomas” são resultados do uso prolongado de drogas, ainda que lícitas ou de alimentação e hábitos inadequados. Muitos “sintomas” são provocados pelo contexto que nos cerca: a sensação de falta de ar pode ser consequência de alguém ou algo que nos está asfixiando.

Encontrar a origem do sintoma nos proporciona reconhece-lo como tal e formas eficazes de neutraliza-lo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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